O que falar desse A Hospedeira? Caso de ódio
no começo e amor no final. Tenho que falar que foi um caso difícil. Não
estava mais acostumada com os exageros em descrição da Meyer. Nesse livro parece que ela se importou mais ainda em descrever cada pedacinho!
O ínicio são diálogos pobres, descrições tediosas e acontecimentos mais chatos ainda. Quem me acompanha no twitter percebeu a minha decepção para o começo do livro. O livro não empolgava. Eu lia, mas estava cada vez mais desgastada e desapontada com a história. O ínicio se resume a tédio.
Porém, eu como boa leitora: continuei. Todos me incentivando e dizendo que o livro iria melhorar e que ia valer a pena. Que o início era assim mesmo, mas que o final era legal. Confiei, e não me arrependi. Os dias arrastados lendo o começo do livro valeram alguma coisa. Porém, as estrelas que dou na classificação são só 3, porque não dá pra relevar que as primeiras 400 páginas foram ruins.
O final é empolgante, e confesso que chorei. Imaginava que seria de uma forma, queria que fosse de outra, e acabou de forma totalmente diferente. Ou seja, eu não consegui adivinhar. hahahaha. A protagonista fica muito legal e interessante nesta parte, porque ela parou de achar que vai morrer. Eu tenho muito ódio de personagens repetitivos. E Peregrina tinha em mente que qualquer coisa era motivo para que as pessoas a matassem. No final tem um climinha assim também, mas é mais leve.
A história é criativa, mas a narrativa deixa muito a desejar. A Hospedeira me fez lembrar Feios de Scott Westerfeld, que eu achei a temática um pouco parecida. Comparando as duas narrativas dá pra notar o quanto uma história, um livro, pode melhorar apenas sendo contada por outra pessoa.
É claro que eu adorei o Ian, que é puro amor *-* E o Jamie que é super fofo. O Jeb me lembrou o Loke de LOST O_O’. Enfim…
Se eu recomendo? Caso você tenha interesse em saber o final da história, sim. Se você é insistente e não deixa nenhuma narrativa irritante te desanimar, vá em frente! :) Aos que tem histórico de abandonarem livros com início chato, passa longe!
Eu gostei. E só.
PS: Finalmente entendi aquele olho com reflexo da capa!
O ínicio são diálogos pobres, descrições tediosas e acontecimentos mais chatos ainda. Quem me acompanha no twitter percebeu a minha decepção para o começo do livro. O livro não empolgava. Eu lia, mas estava cada vez mais desgastada e desapontada com a história. O ínicio se resume a tédio.
Porém, eu como boa leitora: continuei. Todos me incentivando e dizendo que o livro iria melhorar e que ia valer a pena. Que o início era assim mesmo, mas que o final era legal. Confiei, e não me arrependi. Os dias arrastados lendo o começo do livro valeram alguma coisa. Porém, as estrelas que dou na classificação são só 3, porque não dá pra relevar que as primeiras 400 páginas foram ruins.
O final é empolgante, e confesso que chorei. Imaginava que seria de uma forma, queria que fosse de outra, e acabou de forma totalmente diferente. Ou seja, eu não consegui adivinhar. hahahaha. A protagonista fica muito legal e interessante nesta parte, porque ela parou de achar que vai morrer. Eu tenho muito ódio de personagens repetitivos. E Peregrina tinha em mente que qualquer coisa era motivo para que as pessoas a matassem. No final tem um climinha assim também, mas é mais leve.
A história é criativa, mas a narrativa deixa muito a desejar. A Hospedeira me fez lembrar Feios de Scott Westerfeld, que eu achei a temática um pouco parecida. Comparando as duas narrativas dá pra notar o quanto uma história, um livro, pode melhorar apenas sendo contada por outra pessoa.
É claro que eu adorei o Ian, que é puro amor *-* E o Jamie que é super fofo. O Jeb me lembrou o Loke de LOST O_O’. Enfim…
Se eu recomendo? Caso você tenha interesse em saber o final da história, sim. Se você é insistente e não deixa nenhuma narrativa irritante te desanimar, vá em frente! :) Aos que tem histórico de abandonarem livros com início chato, passa longe!
Eu gostei. E só.
PS: Finalmente entendi aquele olho com reflexo da capa!
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